Firme querida filha. Os que seguem lutando jamais serão chamados de perdedores. Apesar de ter alcançado os 48 anos de idae, ainda ouso e nunca desistirei de sonhar.
Que será possível um mundo onde tudo não seja iniciado e concluído com base no capital. Onde todos possam compreender que a vida em si é o bem maior e não as reservas de capitais de cada um.
Um mundo fraterno, onde se possa desalojar de vez o mesquinho pensamento que o mais importante não é chegar lá, muito menos quem chega lá. Mas que o ser se sobreponha ao ter e mesmo quando adulto "um homem confie noutro homem como um menino confia noutro menino"(TM).
Que todos percebam que somos importantes, não pelas circunstâncias, conveniências ou posições momentâneas ocupadas. Mas porque todos somos temparariamente possuidores da vida, presente gracioso do Todo Podereso.
Obs.: comentário deixado no facebook da minha filha Rebeca Barros.
Assis Barros.
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