quarta-feira, 13 de março de 2013

Meu amigo

Como muitos estão manifestando-se aqui na rede sobre a morte de seus ídolos e a longevidade de outros. Gostaria também de publicizar a perda de um grande amigo, que foi-se ainda muito jovem.

Ele não tinha a beleza midiática, não era da região mais desenvolvida do país, nem seus pais eram os mais ricos da cidade. Aliás até adotada ele era.Mas mesmo conhecendo seu pai biológico jamais deixou de amá-lo, respeitá-lo. O mesmo fazendo aos adotivos.

Desde criança sempre muito educado, passou pela adolescência também sem conflitos existenciais. Trazia consigo a certeza de quem realmente era e conseguia transmitir isso as outras pessoas. Como disse antes não era portador de nenhuma beleza, era totalmente desprovido de formosura.

Mas seu olhar era afetuoso,seu abraço era acolhedor, sua presença trazia-nos uma paz envolvente. Suas palavras era de esperança,sua simplicidade e humildade eram contagiantes e antagônicas a uma sociedade tão materialista, arrogante e egoísta.

Os donatários de toda forma de poder: econômico, político, filosófico e religioso. Não suportavam sua linha de pensamento nem permitiram seus ensinamentos. Estabeleceram um tribunal e sem qualquer defesa e com acusações sem sustentação, o condenaram e o sentenciaram a morte.

Mas foram de uma crueldade sem par. Obrigaram-no a desfilar sobre as ruas da cidade da capital de seu país totalmente despido e levando sobre seus ombros seu instrumento de tortura onde seria brutalmente assassinado após toda aquela ignomínia.

Mesmo diante de tudo isso, ele não se revoltou, não perdeu sua calma, nem deixou de transmitir tanto amor em seu olhar.Mesmo com uma multidão ensandecida, fomentada pelos poderosos, não permitiu que qualquer resquício de ódio infiltra-se no seu coração ou mente. Na hora final de sua morte, olhou para o céu e pediu a seu pai biológico:"Pai perdoa-lhes, eles não sabem o que fazem."

Creio que você já percebeu que amigo estou falando. Isso mesmo, ele é Jesus Cristo, o filho do Deus vivo. Que morreu na cruz do calvário por todos nós e nos ensinou como devemos viver: em fraternidade, amando-nos mutuamente, vivendo em união. Sabendo que um dia todos nós estaremos diante do Pai para prestarmos contas de todos os nossos atos.

Se você também crer assim, compartilhe. Se não, saiba que meu amor não muda em nada por você e também nada de mal lhe acontecerá. Boa noite e fiquem com Deus.

Assis Barros.