Eu não sou petista, mas de esquerda desde os treze anos. Sem contar que sou do povo, um zé ninguém.
Quando o estado moderno foi criado tripartite, com os poderes independentes e harmônicos entre si. Foi para evitar a concentração de poder, o que era comum na monarquia e tinha-se o equívoco de que o rei, era Deus.
O fato ficou tão intranhado que hoje ás vésperas de completarmos 213 anos da Revolução Francesa, e em plena República. As sedes dos poderes federal e estaduais, são chamados: palácios. Votar no candidato do governador é concentrar poder, não faz bem a democracia.
Com relação ao "mensalão" é necessário uma profunda reflexão para chegarmos ao entendimento e não é possível um pensamento crítico apenas com as infomações midiáticas. Pois a imprensa está a serviço dos grandes capitais.
Vou votar sem medo e peço voto para Elmano 13. Porque tenho certeza que pouquíssimos aqui no face, sabem o sabor de um café com farinha, como lanche.
Mas um ex-presidente, sabe. E teve a coragem e ousadia de usar apenas 0,8% do PIB, para criar um programa elogiado até por um doutor de Harvard e atual presidente da maior economia do planeta.
Assis Barros.
Quando o estado moderno foi criado tripartite, com os poderes independentes e harmônicos entre si. Foi para evitar a concentração de poder, o que era comum na monarquia e tinha-se o equívoco de que o rei, era Deus.
O fato ficou tão intranhado que hoje ás vésperas de completarmos 213 anos da Revolução Francesa, e em plena República. As sedes dos poderes federal e estaduais, são chamados: palácios. Votar no candidato do governador é concentrar poder, não faz bem a democracia.
Com relação ao "mensalão" é necessário uma profunda reflexão para chegarmos ao entendimento e não é possível um pensamento crítico apenas com as infomações midiáticas. Pois a imprensa está a serviço dos grandes capitais.
Vou votar sem medo e peço voto para Elmano 13. Porque tenho certeza que pouquíssimos aqui no face, sabem o sabor de um café com farinha, como lanche.
Mas um ex-presidente, sabe. E teve a coragem e ousadia de usar apenas 0,8% do PIB, para criar um programa elogiado até por um doutor de Harvard e atual presidente da maior economia do planeta.
Assis Barros.


