Não me canso de repetir que esse discurso da sustentabilidade, é vesgo e a meu juízo é mais uma pilula de sobre vida ao inimigo mortal e principal da natureza: O capitalismo.
Precisamos urgentemente abandonar, abortar, execrar, eliminar. Enterrá-lo de vez ou morreremos todos nós. Vítimas da nossa própria ganância de ter e possuir cada vez mais.
Obs.: comentário deixado no blog/planetasustentável.
Assis Barros.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Mais Ação e Menos Discurso.
No meu entendimento a redação do Art. 3º da CRFB está clara e atende aos anseios nacionais. Porque não comunga com nenhuma forma de preconceito.
O que é necessário fazer com a máxima urgência, é o cumprimento do inciso III. Não dar mais para ficarmos letárgicos, diante da multidão de miseráveis que caminham desesperançosos país afora. Com predominância nas regioões norte e nordeste.
Já se passaram vinte e três anos e ainda temos irmãos dormindo nas ruas, jogados ao relento como se coisas fossem. Lembro-me, ainda jovem, quando assistí pela televevisão uma entrevista da então Primeira Ministra de Israel, Golda Meir, que dizia:"Não posso dormir em paz, enquanto um irmão meu dormir na rua".
Não é de um novo texto que necessitamos, mas de ações eficazes, que vá em direção aos excluídos. E os façam de gente novamente, pois já vivem como se fossem uma espécie indefinível de animais.
Obs.: Parte deixado como comentário no sítio do Senado Federal, como contra ponto à PEC 111/11.
Assis Barros.
O que é necessário fazer com a máxima urgência, é o cumprimento do inciso III. Não dar mais para ficarmos letárgicos, diante da multidão de miseráveis que caminham desesperançosos país afora. Com predominância nas regioões norte e nordeste.
Já se passaram vinte e três anos e ainda temos irmãos dormindo nas ruas, jogados ao relento como se coisas fossem. Lembro-me, ainda jovem, quando assistí pela televevisão uma entrevista da então Primeira Ministra de Israel, Golda Meir, que dizia:"Não posso dormir em paz, enquanto um irmão meu dormir na rua".
Não é de um novo texto que necessitamos, mas de ações eficazes, que vá em direção aos excluídos. E os façam de gente novamente, pois já vivem como se fossem uma espécie indefinível de animais.
Obs.: Parte deixado como comentário no sítio do Senado Federal, como contra ponto à PEC 111/11.
Assis Barros.
domingo, 4 de dezembro de 2011
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