Fortaleza, 14 de outubro de 2008.
Quem são Eles ?.
Sábado final do jogo entre os times Ceará e Fortaleza, Avenida Dedé Brasil congestionada no sentido leste oeste. Carros buzinando, pessoas caminhando e percebia-se com facilidade a presença ostensiva da força policial para garantia da ordem, e o que de certa forma dava um ar de tranqüilidade a situação.
Mas na saída do Supermercado “Super do Povo”, minha atenção é chamada por minha mulher, como estávamos tentando entrar na avenida no sentido leste oeste, minha atenção estava concentrada no movimento dos carros na esperança de uma gentileza para poder voltar para casa.
Do lado de lá, no sentido oeste leste um grupo de dois soldados da Policia Militar do Estado do Ceará, que logo foi reforçado pela presença de um terceiro, que cruzou a via pública em disparada, para dar suporte a algo traumatizante, vergonhoso, lamentável, desprezível, brutal e covarde.
Homens feitos, agentes públicos, treinados para suportar as mais altas doses de estres e ainda assim manterem a ordem e a paz da comunidade. Realizaram um bizarro espetáculo de selvageria, elevaram ao mais alto grau o quesito abuso de poder e arbitrariedade, como se no Brasil ainda estivéssemos a viver o período bruto da negação dos direitos civis e políticos, onde a pratica era: bate primeiro pergunta depois.
Por mais ou menos cinco minutos essa turma de homens maus e covardes, desprovidos de qualquer sentimento de civilidade ou conhecimento jurídico constitucional, espancaram a chutes, ponta pés, cacetadas, murros, solavancos e por último ameaçaram soltar um cão da raça rottweiller, sobre o agredido.
Um garoto franzino que a olho nu se percebia claramente ser impossível apresentar resistência para aquele grupo de soldados fortes, armados e bem treinados. E que ironia, isto acontece exatamente no dia anterior à comemoração ao dia das crianças. O que teria feito esse garoto para esboçar tal reação? Não sei, mas uma coisa é certa seus direitos de cidadão foram desprezados.
Assis Barros.
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Qual a diferença ?
Semana passada as televisões mostravam as prisões de gente grande, pela Policía Federal, todas envolvidas em crimes financeiros e tendo como mentores: Daniel Dantas, do banco Oportunity, Celso Pita, ex-prefeito da cidade de São Paulo e Nagi Nahas, investidor da bolsa de valores. Juntos desviaram mais de 6 bilhões de dólares. Para quase todos os brasileiros é um valor distante de suas realidades.
No exércicio de suas funções os policiais federais puseram as algemas nos investigados e de repetente houve uma grita geral no país em defesa dos detidos. Eram nas tribunas das Assembléias estaduais, na Câmara Federal e até na tribuna do Senado, não faltou vozes criticando o ato dos agentes da lei em ter colocado as algemas no grupo. O que me chamou atenção é que as vozes vinham de um mesmo partido, tanto aqui no Ceará como lá no Senado.
Todos os dias os programas policias do Brasil, mostram os Zé Ninguém, os Joãos Sem Nome e os Pés Rapados, sendo preso e desrespeitados muitas vezes pelas Policías Militar e Civil em seus direitos, e são trnasformados em atores não pagos da espetacularização. E nem uma voz poderosa vem em suas defesa, por quê ? qual a diferença que há nos punhos de um e de outro ? que ironia, os que ajudam a pagar os poderes Legislativo e Judiciário e as policías Judiciária e Militar são esquecidos por Eles quando precisam e os que roubam e desviam dinheiro público são defendidos com tanta veemência pelos homens públicos.
Obrigado Policía Federal, por nos fazer sentir com tanto ânimo a máxima: duralex sede lex, e mesmo contra a vontade de meia dúzia, acreditarmos que somos todos iguais perante a Lei, não importa se foi roubado um limão ou uns "bilhão".
Quero conhecer sua opinião sobre o assunto, troque idéia comigo. Até o próximo.
Assis Barros.
No exércicio de suas funções os policiais federais puseram as algemas nos investigados e de repetente houve uma grita geral no país em defesa dos detidos. Eram nas tribunas das Assembléias estaduais, na Câmara Federal e até na tribuna do Senado, não faltou vozes criticando o ato dos agentes da lei em ter colocado as algemas no grupo. O que me chamou atenção é que as vozes vinham de um mesmo partido, tanto aqui no Ceará como lá no Senado.
Todos os dias os programas policias do Brasil, mostram os Zé Ninguém, os Joãos Sem Nome e os Pés Rapados, sendo preso e desrespeitados muitas vezes pelas Policías Militar e Civil em seus direitos, e são trnasformados em atores não pagos da espetacularização. E nem uma voz poderosa vem em suas defesa, por quê ? qual a diferença que há nos punhos de um e de outro ? que ironia, os que ajudam a pagar os poderes Legislativo e Judiciário e as policías Judiciária e Militar são esquecidos por Eles quando precisam e os que roubam e desviam dinheiro público são defendidos com tanta veemência pelos homens públicos.
Obrigado Policía Federal, por nos fazer sentir com tanto ânimo a máxima: duralex sede lex, e mesmo contra a vontade de meia dúzia, acreditarmos que somos todos iguais perante a Lei, não importa se foi roubado um limão ou uns "bilhão".
Quero conhecer sua opinião sobre o assunto, troque idéia comigo. Até o próximo.
Assis Barros.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Fortaleza, nossa casa.
Este ano, novamente teremos uma luta de titãs, vários candidatos e candidatas tentarão nos convencer pela televisão, rádio, jornal, carta, internet, celular ou qualquer outro meio possível de comunicação, que será o melhor ou a mais indicada para ser a mãe ou o pai da cidade.
Não poderemos jamais perder nossa capacidade de criticidade, pois os homens de marketing politico (não usarei a expressão marketeiro, pois a considero pejorativo e como estudei marketing, não poderia nunca cometer tal deselegância.) já estão com seus planejamentos e planos de ação na agulha e o eleitor desavisado ou incauto na alça de mira.
O ideal, era que cada cidadão ou cidadã dessa bela cidade lambida pela o mar, dourada pelo sol e imortalizada nos versos de Alencar, fossem integrantes de algum partido politico e os embates saíssem dos estúdios e se dessem nas praças como na velha Grécia.
Meu amigo Gilberto Coelho, sempre me fala do ideal e do possível, como minha experiência de quarenta e poucos anos, não me permite mais entrar em devaneios, fica aqui meu apelo para que cada um use seu senso critico e não acreditem em tudo que ouvirem e não creiam nas promessas mirabolantes e se possível abandonem de vez essa ideia estúpida de que politica não se discute.
Um forte abraço e estou no aguardo, doido para trocar ideias.
Assis Barros.
Não poderemos jamais perder nossa capacidade de criticidade, pois os homens de marketing politico (não usarei a expressão marketeiro, pois a considero pejorativo e como estudei marketing, não poderia nunca cometer tal deselegância.) já estão com seus planejamentos e planos de ação na agulha e o eleitor desavisado ou incauto na alça de mira.
O ideal, era que cada cidadão ou cidadã dessa bela cidade lambida pela o mar, dourada pelo sol e imortalizada nos versos de Alencar, fossem integrantes de algum partido politico e os embates saíssem dos estúdios e se dessem nas praças como na velha Grécia.
Meu amigo Gilberto Coelho, sempre me fala do ideal e do possível, como minha experiência de quarenta e poucos anos, não me permite mais entrar em devaneios, fica aqui meu apelo para que cada um use seu senso critico e não acreditem em tudo que ouvirem e não creiam nas promessas mirabolantes e se possível abandonem de vez essa ideia estúpida de que politica não se discute.
Um forte abraço e estou no aguardo, doido para trocar ideias.
Assis Barros.
domingo, 11 de maio de 2008
Exércicio da cidadânia
Durante alguns anos fui filiado a um Partido Politico de ideais socialistas, levava bastante a sério, pois sempre que recebia a agenda de reuniões fazia um acerto com minha esposa para não perde-las e conciliar com nosso ritmo familiar.
Mas algumas divergências e mais desencontros com meu trabalho, levaram a me desligar, confesso que sinto falto das reuniões, das discursões, para mim eram salutares. Fico bastante empolgado em poder participar politicamente, contribuir com idéias.
No meu entendimento nosso país dará um grande salto, quando as pessoas deixarem essa primicia falsa de lado de afirmarem que: politica, futebol e religião não se descutem. Pra mim, essa tese deve ser de algum analfabeto filosófico, pois todo e qualquer assunto, deve e pode ser descutido, desde que se respeite as idéias contrárias as nossas e nunca se pessoalize os fatos.
Estou novamente procurando um novo partido para me filiar, vou procurar encontrar meu velho amigo que foi responsavél pela minha iniciação partidária e se possivel fazer meu novo ingresso. Meu apelo é que cada cidadão ou cidadã do Brasil e em especial do Ceará, filiem-se, porque só assim poderemos mudar essa cruel desigualdade econômica e social. Concordo quando ouví Tânia Zapata num Seminário em Recife, "Não podemos ser coadjuvantes, e sim, protagonistas da nossa história."
O exércio da cidadânia, a Democrácia, passa indubitavelmente pelo fazer politico, a participação coletiva consciente e atuante. Por favor comece ao menos deixando seu comentário neste blog.
Assis Barros.
Mas algumas divergências e mais desencontros com meu trabalho, levaram a me desligar, confesso que sinto falto das reuniões, das discursões, para mim eram salutares. Fico bastante empolgado em poder participar politicamente, contribuir com idéias.
No meu entendimento nosso país dará um grande salto, quando as pessoas deixarem essa primicia falsa de lado de afirmarem que: politica, futebol e religião não se descutem. Pra mim, essa tese deve ser de algum analfabeto filosófico, pois todo e qualquer assunto, deve e pode ser descutido, desde que se respeite as idéias contrárias as nossas e nunca se pessoalize os fatos.
Estou novamente procurando um novo partido para me filiar, vou procurar encontrar meu velho amigo que foi responsavél pela minha iniciação partidária e se possivel fazer meu novo ingresso. Meu apelo é que cada cidadão ou cidadã do Brasil e em especial do Ceará, filiem-se, porque só assim poderemos mudar essa cruel desigualdade econômica e social. Concordo quando ouví Tânia Zapata num Seminário em Recife, "Não podemos ser coadjuvantes, e sim, protagonistas da nossa história."
O exércio da cidadânia, a Democrácia, passa indubitavelmente pelo fazer politico, a participação coletiva consciente e atuante. Por favor comece ao menos deixando seu comentário neste blog.
Assis Barros.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
A Greve.
Gostaria de saber a quem interessa essa greve de ônibus aqui em Fortaleza ?
Os trabalhadores estão divididos, logo serão mais fáceis de serem vencidos.
Os empresários afirmam o tempo todo que firmaram uma negociação com os profissionais sindicalizados.
A prefeita, não acredito que seja senil para querer algo que lhe tira votos e a distancia da população onde possui uma ótima aceitação.
Então a quem interessa esssa insana greve ? será que alguém pode me responder ? Fico aguardando, um forte abraço a todos.
Assis Barros.
Os trabalhadores estão divididos, logo serão mais fáceis de serem vencidos.
Os empresários afirmam o tempo todo que firmaram uma negociação com os profissionais sindicalizados.
A prefeita, não acredito que seja senil para querer algo que lhe tira votos e a distancia da população onde possui uma ótima aceitação.
Então a quem interessa esssa insana greve ? será que alguém pode me responder ? Fico aguardando, um forte abraço a todos.
Assis Barros.
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