quinta-feira, 4 de abril de 2013

Minha Fé.

Creio ser possível conviver com o contraditório, quando não ultrapasso a linha territorial do meu interlocutor. Não é algo fácil, mas factível.
Não sou obrigado a ser homoafetivo, mas também não preciso ser homofóbico. Não preciso ridicularizá-los, mas eles também não podem fazer pouco da minha fé.
É como criar-se duas retas paralelas e imaginárias e caminhar entre elas. O tempo todo entreolhando-se e todo o tempo respeitando-se. Como cristão, creio que existe apenas um Deus, que é trino e os homoafetivos não compartilham dessa visão, mas nos respeitaremos até a morte. Quando tudo acabará e aí veremos quem de fato estavo sob a verdade absoluta.
No mais um forte abraço a todos os homoafetivos, ateus, umbandistas, espíritas, católicos, índios, rosa cruz, macumbeiros, espiritualistas, superticiosos, budistas. A vida é tão curta, apesar de tão bela. 


Assis Barros.
Bacharelando de teologia.