Lula vai conversar com governadores
É notória e indiscutível a sapiência do intelectual e ex-presidente Fernando Henrique, como também a genialidade do ex-governador do Ceará e atual Senador Tasso Jereissati e como outros quadros do PSDB, mas o que falta a Eles ?.
Para mim, algo que passa ao largo desses senhores e que é tão próximo do pessoal do "andar de baixo", do qual Eu e outros milhões de brasileiras e brasileiros fazemos parte: É sensibilidade social, é discursar e agir na direção da resolução dos problemas.
No governo anterior a palavra de ordem era "privatizar", só assim seria resolvido os males sociais do Brasil. Lá se foram: Vale, CSN, Coelce, BEC, as Teles, e por pouco não foram os bancos e toda a Petrobrás, como se diz aqui no Ceará: com linha, carretel e tudo.
Nenhuma Escola Federal foi criada, nem universidades ampliadas, o mundo vivendo na economia do conhecimento e nós aqui com zero de investimentos em: Educação, Ciência e Tecnológia, ficando cada vez mais para trás.
Quando lí a noticia do link em destaque, não poderia deixar de destacar a preocupação maior do presidente que não detém títulos acadêmicos, nem é oriundo da classe média e que saiu de "pau de arara" do nordeste na esperança de dias melhores.
Mas parece que Ele "Tinha um sonho" e sua determinação foi tão grande, sua vontade de mudar a realidade da sua gente, maior ainda e evitar que Elas saíssem de seu torrão natal em busca de uma vida melhor em plagas estranhas e muitas vezes hóstis. Que DEUS, na sua incompreensivel e eterna misericórdia, permitiu que o pré-sal, aparecesse em seu governo.
E não se deixando enebriar ou mudar seu grande sonho, foi taxativo:
resolver o problema do atraso no sistema educacional, sanar uma dívida que o Brasil tem na área de ciência e tecnologia e " tirar o povo da miséria na qual se encontra " . Parabéns Presidente Lula, só quem já tomou café com farinha como merenda, poderá compreender o tamanho do seu gesto e a grandeza do seu sonho.
Assis Barros.
sábado, 29 de agosto de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Eles devem sair.
Hoje pela manhã passei na empresa do meu irmão para visitá-lo e levar um amigo para fazer um serviço em seu carro. E durante a conversa não deu outra, de repente estavámos discuntido a politíca nacional, a crise do senado e o desgaste do Sarney.
Meu irmão me relatou um fato ocorrido ontem e transmitido em rede nacional, quando um professor chorou, porque não havia merenda na escola e as crianças ficaram impedidas de lanchar. E isto justamente no estado do Maranhão.
Mas o que o meu irmão não sabe e a midia não está mostrando e não sei o porquê, é que lá as coisas são piores, obviamente para os pobres. Pois um certo senhor, um dia teve um sonho e ao acordar resolveu materializá-lo.
Construiu uma CASA numa ilha. Segundo dizem lá em São Luiz, se muito visita o tal castelo, vai lá umas duas quando muito três vezes ao ano, com tempo de permanência de num máximo um dia. Só o gasto com a rede elétrica, pois os postes avaçam no mar, dariam sem sombra de dúvidas para garantir uma ótima alimentação e formar cidadãos mais críticos e atuantes.
Mas meu irmão falou algo corretíssimo: é hora de cada eleitor preocupado com o bem do Brasil, dar o trôco. É preciso não eleger mais essas pessoas como Sarney, Renan, Collor e tantos outros. Não podemos ficar só reclamando e assistindo novela e vendo os desmandos, é hora de irmos para as ruas, pintar a cara de novo e não deixar ficar como estar.
É hora de acordar de despertar de deixarmos de sermos coadjuvantes para sermos protagonistas da nossa história. Meu irmão Evandro Barros, espero ter podido contemplá-lo na sua indignação de homem de bem e que ama o Brasil.
Assis Barros.
Meu irmão me relatou um fato ocorrido ontem e transmitido em rede nacional, quando um professor chorou, porque não havia merenda na escola e as crianças ficaram impedidas de lanchar. E isto justamente no estado do Maranhão.
Mas o que o meu irmão não sabe e a midia não está mostrando e não sei o porquê, é que lá as coisas são piores, obviamente para os pobres. Pois um certo senhor, um dia teve um sonho e ao acordar resolveu materializá-lo.
Construiu uma CASA numa ilha. Segundo dizem lá em São Luiz, se muito visita o tal castelo, vai lá umas duas quando muito três vezes ao ano, com tempo de permanência de num máximo um dia. Só o gasto com a rede elétrica, pois os postes avaçam no mar, dariam sem sombra de dúvidas para garantir uma ótima alimentação e formar cidadãos mais críticos e atuantes.
Mas meu irmão falou algo corretíssimo: é hora de cada eleitor preocupado com o bem do Brasil, dar o trôco. É preciso não eleger mais essas pessoas como Sarney, Renan, Collor e tantos outros. Não podemos ficar só reclamando e assistindo novela e vendo os desmandos, é hora de irmos para as ruas, pintar a cara de novo e não deixar ficar como estar.
É hora de acordar de despertar de deixarmos de sermos coadjuvantes para sermos protagonistas da nossa história. Meu irmão Evandro Barros, espero ter podido contemplá-lo na sua indignação de homem de bem e que ama o Brasil.
Assis Barros.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Renan e Collor discutem com Simon no Senado
Ainda bem que agora temos os recursos da internet, basta vermos um debate desse, para percebermos quem realmente merece ser votado.
Por favor povo do Maranão de Alagoas e do Acre, não briquem mais de votar. Quando voltarem as urnas ano que vem, comecem fazendo as devidas correções.
Se dirigir a um colega de senado da envergadura de Pedro Simon, com palavras grosseiras e em tom ameaçador, não merece assento nessa casa.
Em tempo, essa casa não é de vossa excelência das alagoas, nem do atual presidente. Essa casa é nossa, do povo brasileiro, de cada cidadão consciente do seu dever politico.
Querer manter o atual presidente é um ato de suicídio politico, pois pode até ficar pela força do poder, mas não terá a miníma legitimidade
Assis Barros.
Trabalho nã mata ninguém.
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Pela segunda vez que recebí o e-mail com o título: "Carta aberta para
Renato Aragão, o nosso Didi.", resolví investigar na "rede" se
realmente existia Eliane Sinhasique, pois acreditava ser um trocadilho com o
neme de Roberto Shinyashiki.
Ao constatar a veracidade da pessoa e
consequentemente da profissional, me entrestecí. Não sou contra a liberdade de
expressão, todos têem o direto da livre manifestação do pensar e baseado nesse
principio vou também manifestar meu pensamento sobre o assunto.
Na carta a
jornalista afirma que começou a trabalhar aos 11 anos na roça, passando para os
leitores que sua vida foi muito dura e difil e infelizmente não teve tempo de
ser criança.
Estudou na escola rural, creio Eu ter sido pública, fez curso
a distância e o supletivo. Depois faz críticas a essa mesma escola que lhe deu
base, afirmando precisar pagar ensino particular para os filhos.
Mas Ela
não menciona que esse trabalho na roça se resumia a: lavar roupa e tirar leite
da vaca de propriedade da família e isso sempre ouvindo seu insaparavél radinho
de pilhas.
Aos 15 anos, já era funcionária pública no cargo de Agente de
Saúde, num posto próximo a sua casa e deixou após fugir de casa para não casar,
porque queria ser radialista e a mãe não aprovava seu sonho.
Quando chegou
á cidade, teve o apóio dos radialistas: Tião Maia, por quem apresentada ao
também radialista Sérgio Pitton, então diretor da rádio.
Sua primeira
entrevista foi frustrante, mas teve uma nova chance e levou um furo de
reportagem ao gravar um discurso inflamado do Deputado Manoel Machado, contra a
Governadora Iolanda. Fonte: Página 20 on line 16.5.2004.
E agora vem como
defensora de um discurso contra a solidariedade humana, quando poderia usar sua
influência e seu microfone para conscientizar a população acreana e do Brasil,
para reenvindicar direitos e vê-los cumpridos.
Com tanto poder em suas
mãos, pois sabemos que a imprensa é o quinto poder, Ela se cala e fica numa
crítica vazia, até parece querer se promover, pois o escolhido é uma pessoa
bastante conhecida do grande público.
É lógico que precisamos mudar essa
nação, precisamos fazer uso das instituições, o Ministério Público, está aí para
juridicamente fazer valer nossos direitos.
Conclame o povo a execer seus
direitos e viver cidadânia, criar associações, exigir dos politícos,
acompanhá-los, um país é uma grande empresa, nós o povo, é que somos os donos e
devemos execer a gerência, a nossa democrácia é representativa, não podemos
aparecer na empresa apenas a quatro anos para "mudar" os gerentes.
Mas a solidariedade humana, jamais deve ser abolida. Trabalho não mata ninguém,
mas em alguns casos embrutece, sufoca sentimentos e deixa feredias
putrefadas.
Minha carteira foi assinada pela primeira vez aos treze anos,
era entregador de jornais, hoje aos 45 anos, não perdi a capacidade de
indignição nem o sentimento de solidariedade. Sempre trago comigo ás palavras do
meu mestre: "Ame a DEUS sobre todas ás coisas, de todo seu entendimento e de
todo seu coração e ao próximo como a si mesmo.
Boa reflexão a todos e no aguardo para Trocar Idéias.
Assis Barros.
Pela segunda vez que recebí o e-mail com o título: "Carta aberta para
Renato Aragão, o nosso Didi.", resolví investigar na "rede" se
realmente existia Eliane Sinhasique, pois acreditava ser um trocadilho com o
neme de Roberto Shinyashiki.
Ao constatar a veracidade da pessoa e
consequentemente da profissional, me entrestecí. Não sou contra a liberdade de
expressão, todos têem o direto da livre manifestação do pensar e baseado nesse
principio vou também manifestar meu pensamento sobre o assunto.
Na carta a
jornalista afirma que começou a trabalhar aos 11 anos na roça, passando para os
leitores que sua vida foi muito dura e difil e infelizmente não teve tempo de
ser criança.
Estudou na escola rural, creio Eu ter sido pública, fez curso
a distância e o supletivo. Depois faz críticas a essa mesma escola que lhe deu
base, afirmando precisar pagar ensino particular para os filhos.
Mas Ela
não menciona que esse trabalho na roça se resumia a: lavar roupa e tirar leite
da vaca de propriedade da família e isso sempre ouvindo seu insaparavél radinho
de pilhas.
Aos 15 anos, já era funcionária pública no cargo de Agente de
Saúde, num posto próximo a sua casa e deixou após fugir de casa para não casar,
porque queria ser radialista e a mãe não aprovava seu sonho.
Quando chegou
á cidade, teve o apóio dos radialistas: Tião Maia, por quem apresentada ao
também radialista Sérgio Pitton, então diretor da rádio.
Sua primeira
entrevista foi frustrante, mas teve uma nova chance e levou um furo de
reportagem ao gravar um discurso inflamado do Deputado Manoel Machado, contra a
Governadora Iolanda. Fonte: Página 20 on line 16.5.2004.
E agora vem como
defensora de um discurso contra a solidariedade humana, quando poderia usar sua
influência e seu microfone para conscientizar a população acreana e do Brasil,
para reenvindicar direitos e vê-los cumpridos.
Com tanto poder em suas
mãos, pois sabemos que a imprensa é o quinto poder, Ela se cala e fica numa
crítica vazia, até parece querer se promover, pois o escolhido é uma pessoa
bastante conhecida do grande público.
É lógico que precisamos mudar essa
nação, precisamos fazer uso das instituições, o Ministério Público, está aí para
juridicamente fazer valer nossos direitos.
Conclame o povo a execer seus
direitos e viver cidadânia, criar associações, exigir dos politícos,
acompanhá-los, um país é uma grande empresa, nós o povo, é que somos os donos e
devemos execer a gerência, a nossa democrácia é representativa, não podemos
aparecer na empresa apenas a quatro anos para "mudar" os gerentes.
Mas a solidariedade humana, jamais deve ser abolida. Trabalho não mata ninguém,
mas em alguns casos embrutece, sufoca sentimentos e deixa feredias
putrefadas.
Minha carteira foi assinada pela primeira vez aos treze anos,
era entregador de jornais, hoje aos 45 anos, não perdi a capacidade de
indignição nem o sentimento de solidariedade. Sempre trago comigo ás palavras do
meu mestre: "Ame a DEUS sobre todas ás coisas, de todo seu entendimento e de
todo seu coração e ao próximo como a si mesmo.
Boa reflexão a todos e no aguardo para Trocar Idéias.
Assis Barros.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Renúncia de Sarney
Boa tarde Nobre senador Pedro Simon, gostaria de externar meu apóio a Vossa Excelência pelo pronunciamento ontem na tribuna do senado, defendendo a renúncia do senador José Sarney.
Tenho quarenta e cinco anos, e desde criança nunca ouvi nada na imprensa que desabone a conduta de Vossa Excelência, ao contrário dos senhores que saíram em defesa da permanência do senador em destaque.
Os dois senadores não possuem respaldo para desaprovar a fala de Vossa Excelência, principalmente o segundo senador, que usou palavras grosseiras, que só são aceitas nas conversas de botequins das periferias do Brasil.
Eles precisam compreender de uma vez por todas, que o Senado não é Alagoas nem o Maranhão, onde erroneamente se sentem donos e senhores. O Brasil não é mais o mesmo, agora temos internet e os recursos dos blogs. Fiquem atentos, o atual presidente da maior economia do mundo, chegou a vitória fazendo uso da rede.
Estamos atentos e interligados, não ousem nos fazer de bestas. Senador Pedro Simon, como bem disse o nobre Senador Cristovam Buarque, não engula nada. Algo que admiro é sua coragem de bom gaúcho, de não calar nem se curvar, ante aqueles que pensam ser senhores do povo.
Assis Barros.
Tenho quarenta e cinco anos, e desde criança nunca ouvi nada na imprensa que desabone a conduta de Vossa Excelência, ao contrário dos senhores que saíram em defesa da permanência do senador em destaque.
Os dois senadores não possuem respaldo para desaprovar a fala de Vossa Excelência, principalmente o segundo senador, que usou palavras grosseiras, que só são aceitas nas conversas de botequins das periferias do Brasil.
Eles precisam compreender de uma vez por todas, que o Senado não é Alagoas nem o Maranhão, onde erroneamente se sentem donos e senhores. O Brasil não é mais o mesmo, agora temos internet e os recursos dos blogs. Fiquem atentos, o atual presidente da maior economia do mundo, chegou a vitória fazendo uso da rede.
Estamos atentos e interligados, não ousem nos fazer de bestas. Senador Pedro Simon, como bem disse o nobre Senador Cristovam Buarque, não engula nada. Algo que admiro é sua coragem de bom gaúcho, de não calar nem se curvar, ante aqueles que pensam ser senhores do povo.
Assis Barros.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Imagen da internet
Está imagem baixei da internet, como treinamento de um conjunto de nove video aulas de um curso sobre Blog. O link do curso é o seguinte: youtube- curso de blogs - aula1
Aconselho a todos que tenham interesse em criar seu próprio Blog, antes assistirem essas aulas.

Aconselho a todos que tenham interesse em criar seu próprio Blog, antes assistirem essas aulas.

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