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Pela segunda vez que recebí o e-mail com o título: "Carta aberta para
Renato Aragão, o nosso Didi.", resolví investigar na "rede" se
realmente existia Eliane Sinhasique, pois acreditava ser um trocadilho com o
neme de Roberto Shinyashiki.
Ao constatar a veracidade da pessoa e
consequentemente da profissional, me entrestecí. Não sou contra a liberdade de
expressão, todos têem o direto da livre manifestação do pensar e baseado nesse
principio vou também manifestar meu pensamento sobre o assunto.
Na carta a
jornalista afirma que começou a trabalhar aos 11 anos na roça, passando para os
leitores que sua vida foi muito dura e difil e infelizmente não teve tempo de
ser criança.
Estudou na escola rural, creio Eu ter sido pública, fez curso
a distância e o supletivo. Depois faz críticas a essa mesma escola que lhe deu
base, afirmando precisar pagar ensino particular para os filhos.
Mas Ela
não menciona que esse trabalho na roça se resumia a: lavar roupa e tirar leite
da vaca de propriedade da família e isso sempre ouvindo seu insaparavél radinho
de pilhas.
Aos 15 anos, já era funcionária pública no cargo de Agente de
Saúde, num posto próximo a sua casa e deixou após fugir de casa para não casar,
porque queria ser radialista e a mãe não aprovava seu sonho.
Quando chegou
á cidade, teve o apóio dos radialistas: Tião Maia, por quem apresentada ao
também radialista Sérgio Pitton, então diretor da rádio.
Sua primeira
entrevista foi frustrante, mas teve uma nova chance e levou um furo de
reportagem ao gravar um discurso inflamado do Deputado Manoel Machado, contra a
Governadora Iolanda. Fonte: Página 20 on line 16.5.2004.
E agora vem como
defensora de um discurso contra a solidariedade humana, quando poderia usar sua
influência e seu microfone para conscientizar a população acreana e do Brasil,
para reenvindicar direitos e vê-los cumpridos.
Com tanto poder em suas
mãos, pois sabemos que a imprensa é o quinto poder, Ela se cala e fica numa
crítica vazia, até parece querer se promover, pois o escolhido é uma pessoa
bastante conhecida do grande público.
É lógico que precisamos mudar essa
nação, precisamos fazer uso das instituições, o Ministério Público, está aí para
juridicamente fazer valer nossos direitos.
Conclame o povo a execer seus
direitos e viver cidadânia, criar associações, exigir dos politícos,
acompanhá-los, um país é uma grande empresa, nós o povo, é que somos os donos e
devemos execer a gerência, a nossa democrácia é representativa, não podemos
aparecer na empresa apenas a quatro anos para "mudar" os gerentes.
Mas a solidariedade humana, jamais deve ser abolida. Trabalho não mata ninguém,
mas em alguns casos embrutece, sufoca sentimentos e deixa feredias
putrefadas.
Minha carteira foi assinada pela primeira vez aos treze anos,
era entregador de jornais, hoje aos 45 anos, não perdi a capacidade de
indignição nem o sentimento de solidariedade. Sempre trago comigo ás palavras do
meu mestre: "Ame a DEUS sobre todas ás coisas, de todo seu entendimento e de
todo seu coração e ao próximo como a si mesmo.
Boa reflexão a todos e no aguardo para Trocar Idéias.
Assis Barros.
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