terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Quem paga de fato a conta das empresas?



Questionamento nos últimos dias, após o senhor Bolsonaro, dizer que é muito difícil ser empresário no Brasil. 

Mas algumas considerações precisam ser feitas. 

Mas há um fato: Todos os custos de uma empresa que ofertam produtos ou serviços, são pagos pelo consumidor. Quando esse adquire o produto ou serviço, ofertado.

A economia a meu juízo, numa explanação professoral, fazendo uso de uma pedagogia lúdica.
Resume -se a dois blocos distintos, mas compostos pela sociedade. De um lado, estão os que produzem bens ou serviços, esses atores receberam o papel de patrões. 

Do outro lado, estão àqueles que consumirão esses bens e serviços produzidos. 
Esses atores que fazem parte do macro grupo de consumidores, tanto podem ser os empregados ou os patrões. Isso posto, me leva a compreender que ambos os grupos, precisam está sempre harmônicos.

A massa de trabalhadores, precisam ser bem remuneradas, pois assim sendo, essa economia, não sofrerá de recessão. 
Mas infelizmente a ganância humana, e a falsa crença que seremos eternos sobre a terra. Nos leva a cometer uma série de desatinos e muitas vezes provocados pelo medo de empobrecer. 

Mas dinheiro, é pra rodar e economia é pra girar. 
Eu sempre lembro de uma imagem de criança, quando ainda morava na minha bucólica Baturité. 

Era daquelas máquinas de vender refrescos, que ficavam sobre o balcão das lanchonetes. 
O líquido ficava sempre num giro contínuo e a máquina nunca enchia. 
Se todos pegarem o "suficiente", a moeda vai passar de mão em mão e alimentar o ciclo contínuo da economia, até as gerações irem partindo. 
(Assis Barros).


  •  

sábado, 20 de outubro de 2018

Democracia.

É hora de parar.
É hora de refletir.
É hora de não abandonarmos nossa criticidade.
É hora de total submissão a democracia.
Está chegando a hora de total respeito a vontade soberana das urnas.
Não podemos esquecer que somos todos brasileiros.
Todos filhos desse mesmo solo.
É importante compreendermos que o debate, não é para apontar um vencedor. Mas chegar o mais próximo possível do consenso.
Eu tenho o direito e a liberdade de escolher Bolsonaro.
Você tem o direito e a liberdade de escolher Haddad.
Nossas escolhas estão profundamente ligadas ao nível de conhecimento sobre o assunto abordado.
Porque quando usamos a régua do evangelho de Jesus Cristo, todos somos reprovados.
Concluo rogando que todos possam ler e meditar em suas bíblias, o que está escrito em:
João 15:17 e em Atos 1:21 ao 26.
Essa será minha última contribuição ao debate, como resposta às provocações dos demais debatedores.
Me retiro serenamente, de consciência tranqüila e amando a todas e a todos.
(Assis Barros).