Ele nunca tinha dado-me trabalho antes. Sempre comigo durante essa caminhada espetacular chamada vida, até que dias atrás, começou a enviar sinais através de dores de pequena intensidade, e intermitentes. Conversando com a querida Raio de Sol, minha sempre namorada e esposa há vinte e três anos, ela tratou logo de marcar uma consulta médica.
E na segunda-feira, dia oito de julho do corrente, lá estava eu, numa bela clínica no lado chique da cidade. Para conversar com um simpático e atencioso médico, doutor Daniel Pessoal. Que me fez algumas perguntas, um exame rápido e logo marcou uma endoscopia, para vê-lo melhor e ter uma real compreensão do incômodo.
Confesso que fiquei um pouco apreensivo, mas procurei não transparecer. O fato é que um diálogo de anos atrás com uma ex-colega de faculdade, vinha a memória. Pois ela contara que uma parente próxima, falecera após uma seção de fotos do estômago. Mas na terça-feira a noite os queridos irmãos da igreja, dirigiram uma prece ao Pai, rogando por mim.
Na quarta-feira e no horário marcado, em jejum e sem beber água desde ás oito da manhã. Estava lá, para realizar o pedido do atencioso médico. Fui convidado a deitar, antes deixei os óculos sobre uma mesinha de apoio e logo os procedimentos iniciaram. Jato de xilocaína na garganta, um suporte plástico na boca e uma picada leve na veia, dada por uma delicada auxiliar. Que infelizmente agora não lembro o nome.
Mas eles sabem como acalmar-nos, logo após uma conversa informal e sobre as coisas simples da vida. De repente literalmente apaguei, "sai do ar", como diz lá no interior de onde vim. Quando retornei, fui logo perguntando: "Já acabou doutor?", "Eu dei trabalho?" e a resposta para ambas as perguntas foi não. Lembro de ter prometido que transformaria em um artigo para o blog.
Cumpri a promessa. E mais uma vez, obrigado doutor Daniel Pessoa e a sua auxiliar que infelizmente não lembro o nome.
Assis Barros.
E na segunda-feira, dia oito de julho do corrente, lá estava eu, numa bela clínica no lado chique da cidade. Para conversar com um simpático e atencioso médico, doutor Daniel Pessoal. Que me fez algumas perguntas, um exame rápido e logo marcou uma endoscopia, para vê-lo melhor e ter uma real compreensão do incômodo.
Confesso que fiquei um pouco apreensivo, mas procurei não transparecer. O fato é que um diálogo de anos atrás com uma ex-colega de faculdade, vinha a memória. Pois ela contara que uma parente próxima, falecera após uma seção de fotos do estômago. Mas na terça-feira a noite os queridos irmãos da igreja, dirigiram uma prece ao Pai, rogando por mim.
Na quarta-feira e no horário marcado, em jejum e sem beber água desde ás oito da manhã. Estava lá, para realizar o pedido do atencioso médico. Fui convidado a deitar, antes deixei os óculos sobre uma mesinha de apoio e logo os procedimentos iniciaram. Jato de xilocaína na garganta, um suporte plástico na boca e uma picada leve na veia, dada por uma delicada auxiliar. Que infelizmente agora não lembro o nome.
Mas eles sabem como acalmar-nos, logo após uma conversa informal e sobre as coisas simples da vida. De repente literalmente apaguei, "sai do ar", como diz lá no interior de onde vim. Quando retornei, fui logo perguntando: "Já acabou doutor?", "Eu dei trabalho?" e a resposta para ambas as perguntas foi não. Lembro de ter prometido que transformaria em um artigo para o blog.
Cumpri a promessa. E mais uma vez, obrigado doutor Daniel Pessoa e a sua auxiliar que infelizmente não lembro o nome.
Assis Barros.
