Hoje à noite quando retornava da faculdade para casa, estava ouvindo uma música do conjunto Voz da Verdade, cujo o título é: Quando Deus se cala. De repente veio a minha memória a Presidenta Dilma Rousseff. No meu exercício de imaginação fiquei a pensar: quão difícil deve ser esse momento de sua existência. Como deve ser duro esse isolamento, esse distanciamento, que o seu sonho, creio que ainda de jovem, a levou.
O que fazer?, como fazer?, por onde começar para iniciar as mudanças que esse momento exige?. Num determinado momento a letra da música diz: "Sem saber pra onde ir/para a frente devo andar..." é isso senhora Presidenta vá em frente, não desista do seu sonho de transformar essa nação. Reduzindo as desigualdades sociais tão gritantes, não é tarefa fácil. Pois como sensibilizar os que têm muito, a dividirem um pouco com os que são totalmente desprovidos de qualquer bem?.
E isso justamente num país inserido numa economia capitalista, que tem como princípio a individualidade, o ter, em detrimento do ser. Onde os valores são trocados de ordem, pois se deveria amar as pessoas e usar-se as coisas. Mas preferimos usar as pessoas até a sua exaustão e amar as coisas, ao ponto de humanizá-las. Pois muitas vezes se chega a ouvir frases como:"Esse é o meu carrinho, ele me entende."
Tenho plena consciência do risco que corro ao escrever esse artigo para o meu blog, pois poderei receber uma enxurrada de críticas e quem sabe até ameaças. Mas não me preocupo com isso, vou seguir minha intuição cristã. Não faço aqui qualquer juízo de valor sobre o momento, mesmo compreendendo sua imensa complexidade. Falo como o mais comum dos cidadãos brasileiros, que continua acreditando no processo democrático pelo sufrágio universal.
Não sou e nunca fui filiado ao partido da Presidenta, também não faço parte de nenhuma outra agremiação política nacional. Só compreendo e defendo que não se pode paralisar um país tão grande como o nosso, em nome dos interesses individuais de alguns. É pra frente que devemos todos caminhar. Nem para os lados e muito pior para trás, mas tendo como alvo o horizonte do bem estar de cada brasileira e brasileiro.
Aprendi nos últimos dias que os jovens precisam ser dotados de três características fundamentais que são: Desejo de mudar o mundo, ser capaz do improviso e ter uma causa para defender. Saber disso me encheu de esperança, apesar dos meus cinquenta e dois anos. Porque descobri que trago comigo essas inquietações e isso me faz um entusiasta, alguém movido a esperança. Que ousa acreditar que a solução está logo ali, depois da próxima curva. Concluo citando Carta aos Romanos capítulo 13.
Assis Barros.
O que fazer?, como fazer?, por onde começar para iniciar as mudanças que esse momento exige?. Num determinado momento a letra da música diz: "Sem saber pra onde ir/para a frente devo andar..." é isso senhora Presidenta vá em frente, não desista do seu sonho de transformar essa nação. Reduzindo as desigualdades sociais tão gritantes, não é tarefa fácil. Pois como sensibilizar os que têm muito, a dividirem um pouco com os que são totalmente desprovidos de qualquer bem?.
E isso justamente num país inserido numa economia capitalista, que tem como princípio a individualidade, o ter, em detrimento do ser. Onde os valores são trocados de ordem, pois se deveria amar as pessoas e usar-se as coisas. Mas preferimos usar as pessoas até a sua exaustão e amar as coisas, ao ponto de humanizá-las. Pois muitas vezes se chega a ouvir frases como:"Esse é o meu carrinho, ele me entende."
Tenho plena consciência do risco que corro ao escrever esse artigo para o meu blog, pois poderei receber uma enxurrada de críticas e quem sabe até ameaças. Mas não me preocupo com isso, vou seguir minha intuição cristã. Não faço aqui qualquer juízo de valor sobre o momento, mesmo compreendendo sua imensa complexidade. Falo como o mais comum dos cidadãos brasileiros, que continua acreditando no processo democrático pelo sufrágio universal.
Não sou e nunca fui filiado ao partido da Presidenta, também não faço parte de nenhuma outra agremiação política nacional. Só compreendo e defendo que não se pode paralisar um país tão grande como o nosso, em nome dos interesses individuais de alguns. É pra frente que devemos todos caminhar. Nem para os lados e muito pior para trás, mas tendo como alvo o horizonte do bem estar de cada brasileira e brasileiro.
Aprendi nos últimos dias que os jovens precisam ser dotados de três características fundamentais que são: Desejo de mudar o mundo, ser capaz do improviso e ter uma causa para defender. Saber disso me encheu de esperança, apesar dos meus cinquenta e dois anos. Porque descobri que trago comigo essas inquietações e isso me faz um entusiasta, alguém movido a esperança. Que ousa acreditar que a solução está logo ali, depois da próxima curva. Concluo citando Carta aos Romanos capítulo 13.
Assis Barros.
