Não poderia deixar de manifestar minha indignação sobre essa palhaçada e total falta de respeito com a nação brasileira. Mas especificamente aquela que acorda cedo todos os dias pra ir trabalhar.
Mora longe, viaja em ônibus lotados pelas grandes cidades desse país, mais parecendo que estão abordo de latas de sardinha. Uma gente boa e honesta, que encontra carteira e devolve, milhões de reais e também devolve. São incapazes de pegar o que não lhes pertencem.
Aí vem uma meia dúzia de pilantras, mais precisamente duzentos e sessenta e cinco. Escondida no corporativismo e no meu modesto entendimento de "Zé Ninguém" em filigramas jurídicas e absolvem uma deputadazinha lacaia, sem decoro parlamentar, como se fosse o maior exemplo de justiça que se possa ter.
Mas parafraseando o dito popularesco filha de roriz, roriz é. Tal pai, tal filha. Só peço ao Todo Poderoso que conceda memória a nação brasileira, principalmente aos eleitores de Brasília e que nas próximas eleições gente como essa, seja levada para sempre para o lugar que jamais deveriam ter saído: o ostracismo.
Assis Barros.
twitter/assisbarros
assis-barros.blogspot.com
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Sonhar é preciso.
Firme querida filha. Os que seguem lutando jamais serão chamados de perdedores. Apesar de ter alcançado os 48 anos de idae, ainda ouso e nunca desistirei de sonhar.
Que será possível um mundo onde tudo não seja iniciado e concluído com base no capital. Onde todos possam compreender que a vida em si é o bem maior e não as reservas de capitais de cada um.
Um mundo fraterno, onde se possa desalojar de vez o mesquinho pensamento que o mais importante não é chegar lá, muito menos quem chega lá. Mas que o ser se sobreponha ao ter e mesmo quando adulto "um homem confie noutro homem como um menino confia noutro menino"(TM).
Que todos percebam que somos importantes, não pelas circunstâncias, conveniências ou posições momentâneas ocupadas. Mas porque todos somos temparariamente possuidores da vida, presente gracioso do Todo Podereso.
Obs.: comentário deixado no facebook da minha filha Rebeca Barros.
Assis Barros.
Que será possível um mundo onde tudo não seja iniciado e concluído com base no capital. Onde todos possam compreender que a vida em si é o bem maior e não as reservas de capitais de cada um.
Um mundo fraterno, onde se possa desalojar de vez o mesquinho pensamento que o mais importante não é chegar lá, muito menos quem chega lá. Mas que o ser se sobreponha ao ter e mesmo quando adulto "um homem confie noutro homem como um menino confia noutro menino"(TM).
Que todos percebam que somos importantes, não pelas circunstâncias, conveniências ou posições momentâneas ocupadas. Mas porque todos somos temparariamente possuidores da vida, presente gracioso do Todo Podereso.
Obs.: comentário deixado no facebook da minha filha Rebeca Barros.
Assis Barros.
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