Atos sempre terão consequências. O Presidente da República, tem o papel de administrar da melhor forma, a nação. O nosso Presidente, cometeu um dos maiores erros que um gestor público poderia cometer.
Não é o Brasil isoladamente que vive sob a angustia e desespero de uma doença viral. Mas o mundo todo está sob esse drama. Bolsonaro podendo ter sentado a mesa de negociação com os demais líderes mundiais, resolve negar o fato.
Deu às costas ao clamor e orientação da ciência, e de forma leviana resolve indicar como solução, uma droga mundialmente não recomendada pela comunidade científica, como tratamento eficaz dessa enfermidade.
Enquanto os cientistas do mundo inteiro, numa rede internacional, trocavam e compartilhavam conhecimento em busca da fabricação de uma vacina. Bolsonaro e seus defensores, insistiam no tratamento precoce, enquanto os números de mortos só cresciam.
Quando ao Pfizer veio ao Brasil oferecer seu imunizante, e isso ocorreu ainda no primeiro semestre do ano passado. O chefe do Executivo nacional, de maneira jocosa, fez pouco caso e rejeitou a oferta.
Ora o Brasil, possuí um dos melhores sistema de vacinação internacional. O SUS tem capacidade de vacinar até 3,04 milhões/dia. Segundo o Doutor Gonzalo Vecina Neto, fundador e primeiro presidente da Anvisa, 1999.
Isso garante 60 milhões de brasileiros imunizados por mês, considerando 20 dias úteis de trabalho.
Nos cálculos do Doutor Vecina, até julho, teríamos toda a população de 18 anos pra cima, totalmente vacinadas. Isso posto, reafirmo a incompetência para o cargo, que ora ocupa esse senhor transloucado, chamado Jair Messias Bolsonaro.
Que aliás, só é messias, porque o parto foi difícil e a mãe pensou que morreria e o pai, batizou como Jair, em homenagem a um jogador do Palmeiras, time do coração.
(Assis Barros).

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